Home Data de criação : 08/02/03 Última atualização : 11/10/17 13:07 / 30 Artigos publicados

Artistas latinos planejam concerto na fronteira da Colômbia com a Venezuela  escrito em quarta 12 março 2008 02:37

Blog de eddiemartin :Eddie Martin >>>> O dono do swingggggggg, Artistas latinos planejam concerto na fronteira da Colômbia com a Venezuela

O cantor colombiano Juanes quer dar sua contribuição para o fim da recente crise diplomática envolvendo o Equador, a Venezuela e a Colômbia. O artista está organizando o mega-concerto “Paz sem fronteiras”, que reunirá diversos cantores e bandas da América Latina.

O palco do show - que ainda não tem data definida - ocupará metade da ponte internacional Simón Bolívar, que liga a Vila do Rosário, em Santander do Norte, na Colômbia, com a cidade de San Antonio, no estado de Táchira, na Venezuela.

 

“O espetáculo ocorrerá em parte da ponte Simón Bolívar, que será decorada com bandeiras brancas”, explicou Fernán Martinez, empresário de Juanes, ao jornal colombiano El Tiempo nesta terça-feira (11). “Pediremos ao público que vá vestido de branco”, completou.

Os cantores Alejandro Sanz, Miguel Bosé, Ricky Martin, Juan Luis Guerra, e o equatoriano Juan Fernando Velasco já confirmaram presença. Os organizadores do concerto ainda aguardam as confirmações da cantora Shakira e dos venezuelanos Franco De Vita e Oscar D’ León. "No show seremos cidadãos e músicos unidos para demonstrar que através da arte também podemos construir a paz", garantiu Juanes.

O governador de Santander do Norte, William Villamizar, pretende convidar os presidentes Álvaro Uribe, Hugo Chávez e Rafael Correa para o espetáculo.

Os artistas se apresentarão com uma só banda, que já foi definida no domingo (9) num acordo entre os músicos. Os organizadores esperam reunir mais de 400 mil pessoas no show.

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'Amigo', de Roberto Carlos, vira hino fúnebre na Colômbia  escrito em quarta 12 março 2008 02:29

Um sucesso de Roberto Carlos virou uma espécie de 'hino à amizade' na Colômbia, onde é cantado em despedidas, homenagens e até velórios.

 

Quinze anos depois de sua gravação, Amigo (1993) - versão em espanhol de Sérgio Bardotti para a canção em português homônima de 1977 - continua vencendo o tempo e fazendo sucesso entre colombianos, segundo pôde constatar a reportagem da BBC Brasil em Bogotá.

 

A boa aceitação do 'rei' reflete o sucesso de artistas populares brasileiros nos mercados da América do Sul.

 

No dia-a-dia, a proliferação das versões em espanhol de canções românticas brasileiras, assim como turnês de músicos brasileiros, contrasta com a rara presença da cultura hispano-americana no mercado do vizinho maior.

 

Entre todos, Roberto Carlos é um dos que há mais tempo fazem sucesso na América do Sul. Em 1992, foi cercado por uma multidão em Mar del Plata, no Uruguai, e coberto de beijos, segundo sua assessoria.

 

Neste ano, a agenda do 'rei' até o meio do ano inclui o lançamento de seu novo CD em espanhol, com um show na Argentina, e uma turnê por Peru, Colômbia e Equador.

 

Para a reportagem da BBC Brasil, públicos de diversas gerações chegaram a ensaiar os trechos iniciais de Amigo del alma:

 

"Tú eres mi hermano del alma realmente el amigo/ que en todo camino y jornada está siempre conmigo".

 

 

  Gerações

A aposentada Dora Rey diz que Amigo é um "hino" na Colômbia.

 

"Aqui, quando esse hino é tocado, é sinal de respeito", conta Dora. "Dedica-se (a canção) a um amigo especial, um parente especial, aos pais."

 

Aos 19 anos, o estudante Sergei Gómez também afirma ter cantado a versão espanhola de Amigo muitas vezes ao longo da vida.

 

"Em meu colégio, cantávamos essa música para as despedidas dos amigos que terminavam a escola secundária. A letra é muito bonita e fala das vivências e dos momentos que se desfruta com os amigos, do que é a amizade."

 

O médico Álvaro Trujillo, que lamenta o pouco sucesso das músicas tradicionais e afirma que "o rock não deveria existir", elogia a beleza da canção de Roberto Carlos, e diz que por isso a obra passou a ser "solicitada" até em enterros.

 

"Essa música é ouvida nas ruas, falam dela. E se morre um amigo próximo, às vezes o enterram com esta música, às vezes a solicitam. Muitas vezes, porque ele gostou durante a vida."

 

Mas nem todos os colombianos concordam com a coroação do 'rei' Roberto. Para Kelly Marlene, que se descreve como "mais ou menos da década de 70", as músicas do passado trazem nostalgia.

 

"Há músicas que voltam à moda, mas as de hoje são mais animadas. Escutar essas músicas antigas entristece a alma."

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O QUE É SALSA? ALGUÉM SABE?  escrito em segunda 25 fevereiro 2008 01:27


A música hoje chamada salsa é uma mescla de ritmos afro-caribenhos, tais como o son montuno, o mambo e a rumba cubanos, com a bomba e a plena porto-riquenhas. A salsa nasceu em Cuba, por volta dos anos 60, e é uma espécie de adaptação do mambo da década de 1950. Recebeu ainda influências do merengue (da República Dominicana), do calipso de Trinidad e Tobago, da cumbia colombiana, do rock norte-americano e do reggae jamaicano. Hoje, é uma mistura de sons e absorve influências de ritmos mais modernos como rap ou techno. A dança é caracterizada pelo compasso quaternário.

Salsa, em castelhano, significa "tempero", e a adoção do nome quis transmitir a idéia de uma música com "sabor". O movimento que originou este novo estilo de música latinoamericana começou em Nova Iorque, quando um grupo de jovens músicos começou a mesclar sons e ritmos visando criar uma sonoridade que tivesse um "sabor" latino-americano.

A salsa debutou no hotel Saint-George, do Brooklyn (Nova Iorque), onde o grupo Lebron Brothers, de origem porto-riquenha entusiasmou o público no início dos anos 70. Daí se espalhou entre as comunidades latino-americanas nos EUA e Porto Rico, depois a Cuba, Venezuela, Colômbia e outros países de língua espanhola. Nomes como Tito Puente, Celia Cruz, Johny Pacheco se tornaram expoentes do gênero.

O excessivo comercialismo em fins dos anos 70 converteu a salsa numa fórmula que apenas imitava a si mesma. Nos anos 80, a salsa é invadida pelo merengue da República Dominicana, e também pela música disco'. Neste momento, surge uma nova geração de músicos como Frankie Ruiz, Eddie Santiago e Luis Henrique, que começam a mudar o panorama da música latina criando a chamada "salsa erótica" - para muitos, uma traição do próprio caráter da salsa, machista, forte, ligada às ruas. No entanto, esta salsa erótica ou sensual trouxe nova atenção ao gênero.

Na década de 1980 a salsa se espalhou pelo México, Argentina, Europa e chegou ao Japão, onde surgiu a Orquestra de La Luz, banda onde todos os integrantes são japoneses. Enquanto isto, o ritmo do merengue se tornava mais e mais popular em países como Porto Rico, e era o ritmo que embalava as discotecas de música latina.

Um país no qual se produziu, nos últimos anos, uma expansão da salsa com maior vigor é a Colômbia, destacando-se Joe Arroyo, o grupo Niche e a orquesta Guayacán. Entre os híbridos mais recentes da salsa, destacam-se os chamados "mereng-house", a "salsa merengue" e "salsa gorda".

No Brasil, a salsa foi difundida pelo bailarino Fernando Claumann. A salsa nasceu em Nova Iorque nos finais dos anos 60, nos chamados "Barrios Latinos" pelos emigrantes cubanos e porto-riquenhos. O seu nome foi criado pela "fania Records".

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Relembrando as polêmicas na passagem do raper Akon pelo Brasil  escrito em segunda 18 fevereiro 2008 02:12

Blog de eddiemartin :Eddie Martin >>>> O dono do swingggggggg, Relembrando as polêmicas na passagem do raper Akon pelo Brasil
Em apenas uma hora de apresentação, o rapper senegalês Akon fez playback, caminhou literalmente em cima do público, ensaiou um striptease e saiu do palco sem se despedir em São Paulo, na noite desta terça-feira (16), no Via Funchal. Apesar de curta, a apresentação animou o público que quase lotou a casa, com capacidade para 6.000 pessoas.

A postura de estrela apareceu antes mesmo da apresentação. A organização do evento revelou na segunda-feira (15) que entre as exigências do cantor estavam garrafas de champanhe Cristal (cada uma custa cerca de R$ 1.400). Durante a apresentação ele também jogou toalhas pretas encharcadas com seu suor no meio dos fãs, que pareciam gostar da brincadeira.

Outra atitude um tanto inesperada do rapper foi quase ter feito um striptease para uma platéia composta principalmente por pré-adolescentes, adolescentes e crianças acompanhadas dos pais, depois de entoar o hit "Smack That", feito em parceria com Eminem. Akon chegou a ficar de cuecas pretas, com as calças quase no meio das pernas e sem camisa.

A fama de "bad boy" era conhecida, mas, a de sem noção, não. Antes de lançar o primeiro álbum "Trouble" (2004), o rapper já havia passado cinco anos na prisão porque furtou um carro.

Show relâmpago
Desde as 21h50 um DJ de uma emissora de rádio anunciava que Akon entraria no palco "dentro de cinco minutos". Depois de o show ameaçar começar três vezes, o público, que gritava histericamente, levantava as mãos e aguardava com várias máquinas digitais e celulares ligados, começou a vaiar a demora na entrada do senegalês. O rapper só apareceu no palco às 22h23.

Primeiro, às 22h15, ganhou a cena o DJ que o acompanha, vestido com colete e saia quadriculados, gravata, e com um cabelo no estilo moicano. Ele mixou samplers de Snoop Dogg, da canção "Beautiful Girls", hit de Sean Kingston, além de "Mas Que Nada", de Jorge Ben. Esta última para ganhar a simpatia dos brasileiros logo de saída. Durante o show, também roubou as atenções soltando fogo com um spray e subindo em cima da mesa de som.

"Make Some Noise!" (Façam barulho!), disse o rapper várias vezes ao longo do show. Akon entoou sucessos de seus dois álbuns, mas foram as músicas do segundo trabalho, "Konvicted" (2006), que mais empolgaram a platéia. Após cerca de 40 minutos, ele levou todos ao delírio desenrolando a seqüência de sucessos: "I Wanna Love You", em co-autoria com Snoop Dogg, "Smack That", feita com Eminem, e "Don't Matter", um de seus hits mais conhecidos.

Em "Mama Africa" e "Lonely", o rapper parecia dublar as músicas e só fazia cumprimentar o público e se deixar "ser tocado", sendo levado por alguns seguranças de um lado para o outro na barreira entre palco e platéia.

Por volta das 23h15, as luzes se apagaram, e o DJ mixou o hit "Satisfaction", do italiano Benny Benassi. Akon reapareceu no meio da multidão, fingindo cantar ao vivo o single "Sorry - Blame It On Me", hit que figura entre os mais tocados no ranking da revista "Billboard" atualmente em cuja letra ele pede desculpas por um incidente em que dançou com uma garota menor de idade durante um show em Trinidad e Tobago.

Carismático, cumprimentou seus fãs, que o entregaram de volta ao palco, agradeceu e saiu sem se despedir, simplesmente sumindo, no meio do playback.

Tumulto
Pego de surpresa e sem acreditar que o show havia acabado, o público saiu de uma vez só do Via Funchal, o que causou tumulto, calor e empurra-empurra. Não houve brigas ou confusões graves.
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Mallu Magalhães nova promessa da música brasileira  escrito em domingo 17 fevereiro 2008 00:43

Garota prodígio!!!!!!!!!!!!!!!!
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